Concurso com júri artificial premia fotógrafos com viagem para a Itália

Inteligência artificial faz parte do júri que vai escolher dez vencedores para participar de uma masterclass da Leica em Florença; o vencedor final ainda ganha um tour na Europa. Concurso é voltado para residentes do Velho Continente.

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O “Spark a Renaissance” tem inscrições gratuitas até 6 de setembro.

27 de julho de 2018 – Fotografia

Já imaginou uma máquina analisando as suas fotos em um concurso fotográfico? Pois é exatamente isso que vai acontecer na disputa “Spark a Renaissance“, da Huawei. O fotógrafo profissional Alex Lambrechts e a inteligência artificial do smartphone P20 Pro vão escolher cinquenta fotógrafos europeus segundo seus trabalhos na área. Inscrições gerais até 6 de setembro.

Mas como o equipamento da Huawei vai escolher as melhores imagens? A ferramenta analisa uma fotografia tendo como referência milhares de fotos tiradas por profissionais. Ela examina quesitos como foco, cor e composição e seleciona as melhores imagens. Essa é, ao menos, a promessa da marca.

Cinquenta selecionados vão receber um P20 Pro, que, além de saber classificar a beleza de imagens com eficiência, é feito para ajudar na hora do disparo. Dentre esses escolhidos, dez vão ganhar uma viagem a Florença para ver uma masterclass da Leica e tirar fotos com Alex Lambrechts. O vencedor final da competição ganha um tour na Europa.

Vive em território europeu e quer participar dessa disputa inovadora? Acesse o site da Huawei ( em inglês) para mais informações.

E para finalizar: o mais interessante desse concurso é as perguntas que ele suscita. Poderá a máquina substituir o olhar humano no que tange à sensibilidade? Algum dia, a tecnologia poderá delimitar o que é o belo da mesma maneira que nós, humanos, fazemos? Ainda não sabemos, por isso vale a pena conferir esse concurso, que é, sem dúvida, uma novidade.

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Concurso fotográfico dá viagem para a Alemanha

A edição deste ano do Prêmio Transatlântico de Fotografia privilegia a relação entre a gastronomia e a arte de viver; as inscrições são gratuitas e vão até 31 de agosto

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O Lebenskunst- Paladar convoca fotógrafos amadores e profissionais a enviarem seus cliques sobre comida. Foto: © Ana Oliveira.

20 de julho de 2018 – Fotografia

“Hallo! Wie geht es dir?” Ãaaahh? Isso é “oi! Como vai você? ” em alemão, e quem curte fotografia e gastronomia pode começar já a se acostumar um pouquinho com esse idioma e aproveitar para torcer os dedos na hora de participar da edição 2018 do Prêmio Transatlântico de Fotografia Lebenskunst.

Neste ano, o concurso celebra a relação entre a comida e a arte de viver e promete dar viagens com tudo pago para a Alemanha aos vencedores, bem como outros prêmios, como um curso de fotografia e máquinas fotográficas. Qualquer pessoa maior de 12 anos pode participar. As inscrições são gratuitas e vão até 31 de agosto.

O Lebenskunst- Paladar vai premiar as melhores imagens dedicadas a “representarem a relação do prazer em comer com a ars vivendi – arte de viver (expressão latina utilizada na filosofia para definir atitudes e processos mentais individuais, que raramente aparecem visíveis e de forma demonstrável)”, segundo o edital do concurso. Para participar, o candidato deve enviar três imagens sequenciais sobre o tema para o site da disputa.

Há três categorias. A juvenil é para pessoas de 12 a 15 anos, e o prêmio dado ao vencedor é uma máquina fotográfica Sony-Zeiss. Na categoria adulto, para maiores de 16 anos, três candidatos vão ganhar uma viagem com tudo pago para a Alemanha. Os vencedores desse grupo também vão ter acesso a atividades na Escola de Fotografia Lette Verein, em Berlim, e ganhar uma máquina fotográfica. Passagens aéreas, refeições e hospedagem serão pagos pela disputa.

Além disso, o participante mais votado segundo júri popular também vai ganhar uma máquina Sony-Zeiss.

Gostou da dica? Para mais informações, acesse o site do Lebenskunst- Paladar. Inscrições, aqui.

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Fotógrafo paraense registra as belezas da Antártica

João Paulo Guimarães conta como foi a experiência de fotografar no continente mais frio do planeta; veja as fotos

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Foca-caranguejeira descansa na base chilena Presidente Eduardo Frei Montalva.  Foto: João Paulo Guimarães

4 de abril de 2018 – Fotografia e Viagem

O fotógrafo paraense João Paulo Guimarães embarcou no Ary Rongel, navio da Marinha Brasileira, rumo à Antártica e fotografou a vida selvagem na região. Em entrevista concedida ao blog O Pequeno Disparo, ele explica como foi o dia a dia no continente e dá dicas de como fotografar em locais semelhantes.  “Quando a gente fala assim que nem a fotografia consegue descrever a magnitude exata do local, é verdade. Não tem como descrever a Antártica. É impressionante. Não tem como explicar o impacto que o ambiente te causa”, afirma o fotógrafo.

João esteve no continente por cerca de trinta dias, nos meses de outubro e novembro do ano passado, e enfrentou temperaturas de cerca de 10 graus negativos. “Quando eu desci do C-130 Hércules, avião da Força Aérea Brasileira, eu já quase não sentia o meu nariz. Eu tive que puxar rápido  a minha mão, porque ela já estava doendo muito. Eu olhava para o horizonte  e não via nada, por conta da névoa”, conta.

Ele explica que um dos maiores desafios para fotografar a região é conseguir lidar com o excesso de branco da paisagem.  ” É difícil pegar o contraste, por causa da luz que é muito forte, mas ele existe. Tinha momentos que eu colocava uma velocidade super alta no obturador, deixava o diafragma fechado, baixava o ISO para o menor valor e a luz continuava explodindo”, fala.

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​​Lobo-marinho,  Baía do Almirantado. Foto:  João Paulo Guimarães

João também explica que o tempo na Antártica pode surpreender e que isso também deve ser levado em conta na hora de fotografar. ” Dependendo da época do ano em que você vai fotografar, a Antártica pode te surpreender. Você pode sair um dia com uma 150-500mm, por exemplo,  porque tá nublado. Quando você menos percebe, o tempo mudou, o céu está lindo e com um solzão, e você consegue chegar mais próximo das coisas. Ao mesmo tempo, o sol bate na neve e retorna para ti e a possibilidade de ficar cego é real, então você tem que ficar o tempo todo com óculos escuro”, explica o fotógrafo.

Quanto ao equipamento, ele recomenda tanto a utilização de grande angulares como a de teleobjetivas. “Você tem que ter uma grande angular, não tem jeito. Você tem que ter para pegar todo o ambiente, porque esse cenário é maravilhoso”. Mas João lembra que teleobjetivas são indispensáveis também. ” Tem momentos que você precisa pegar coisas muito distantes, como uma baleia, e aí você precisa ter esse alcance. E tem também o lance de que você não pode chegar menos de 10 metros do objeto que você vai fotografar.  A sigma 150-500mm foi a lente que eu mais usei.  Mas usei  também muito a 18-105mm e  algumas vezes  a 70 -300mm”.

João agora quer dar palestras sobre a aventura para crianças e jovens de pequenas comunidades da região de Belém. ” Meu principal foco agora é trabalhar com essas crianças e adolescentes. Queria muito chegar para eles e dizer: ‘olha, gente, vocês moram aqui no interior, vocês são pobrezinhos, vocês não têm condições, mas vocês podem chegar lá se vocês souberem os caminhos'”, afirma.

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Atividade com helicóptero na Ilha Deception. Foto: João Paulo Guimarães

Ele mesmo já foi uma dessas crianças.  O projeto na Antártica é na verdade fruto de um sonho bem antigo. João conta que desejava ir até o canto mais frio do planeta desde quando tinha 12 anos. Com essa idade, ele assistiu a “Mar sem fim”, documentário no qual o navegador Amyr Klink dá a volta ao mundo circunavegando a Antártica. “Assisti àquilo e fiquei apaixonado pelo ângulo, pela iluminação.  Desde aquela época comecei a pensar : ‘eu vou para a Antártica. Eu quero ir para a Antártica”.  A oportunidade surgiu na vida dele anos depois,  quando, em contato com a Marinha de Belém, conseguiu uma vaga no navio de apoio oceanográfico Ary Rongel. Durante a expedição, conheceu a Ilha Deception, ponto baleeiro e vulcão ativo, a base chilena na região e a base de pesquisa científica polonesa  Henryk Arctowski .

Sobre o maior impacto da viagem em sua trajetória pessoal, o artista afirma: “fotografia é vida. Esse foi o grande impacto: vida. [ Com essa viagem,] percebi o quão pequeno eu sou e o quanto o mundo é grande”. Além de futuras exposições e palestras sobre a viagem, João promete voltar para a Antártica ainda esse ano em nova expedição, que agora vai durar cerca de 6 meses, para continuar a documentar a paisagem local.

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Este artigo também foi publicado no Resumo Fotográfico.  Versão em espanhol aqui

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Concurso fotográfico premia com viagem para a Islândia

Candidatos também disputam viagem para Caldas Novas e equipamento fotográfico; inscrições até 24 de novembro

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A Islândia é conhecida pela beleza natural e é um dos melhores países para se observar o fenômeno da aurora boreal

7 de novembro de 2017 – Fotografia 

O Metro Photo Challenge 2017 vai dar uma viagem para a Islândia! O prêmio inclui passagens de ida e volta, transporte, hospedagem e atividades no país. Além do grande prêmio, o concurso vai dar a três finalistas uma viagem para Caldas Novas, uma câmera Nikon DSLR D3200 e uma lente AF-S DX 18-55mm. Inscrições até 24 de novembro.

Os candidatos podem enviar fotos que se relacionem às seguintes categorias : “Nossos lugares”, sobre construções, lugares e pontos turísticos, “Experiências locais”, sobre o dia a dia no seu país , e “Cores do nosso país”, que segundo o regulamento é sobre  ‘paisagens, pessoas e tradições’.

O concurso tem duas etapas. Na fase nacional, vai ser escolhido um vencedor para cada categoria. Esses vencedores vão ser os finalistas brasileiros para a etapa internacional, que vai dar a viagem para a Islândia.

Os vencedores da etapa nacional também vão ganhar uma viagem com acompanhante para Caldas Novas, uma Câmera Digital Nikon DSLR D3200 e uma lente AF-S DX 18-55mm f/3.5-5.6G VR II.

Para participar, é só  se registrar no site do concurso e mandar as fotos.  Para mais informações, leia o regulamento.

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Últimos dias para inscrição em concurso de fotografia de aventura

Vencedor vai ganhar aproximadamente R$ 8 mil para viajar para qualquer parte do mundo e desenvolver projeto fotográfico

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Mars on Earth“, de Cassandra Klos, é exemplo de foto em disputa no concurso Send Anywhere Awards

17 de outubro de 2017 – Fotografia 

O Send Anywhere Awards vai conceder prêmio de 2 mil libras ( cerca de R$ 8,3 mil) para um fotógrafo viajar para qualquer lugar do mundo e desenvolver um projeto autoral. Qualquer pessoa maior de 18 anos pode participar. As inscrições vão até 23 de outubro.

Candidatos devem enviar de 10 a 20 imagens de trabalhos anteriores e uma pequena proposta dizendo para onde querem viajar e o que querem fotografar.

Segundo o edital, as fotos enviadas não precisam ser de um tema específico, mas recomenda-se que respeitem o espírito do concurso, relacionado a viagens e fotografia de aventura.

Para mais informações e inscrição, acesse aqui ( em inglês).

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Concurso fotográfico dá viagem para Paris

O tema do concurso é “Família”;  inscrições até 15 de outubro

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Com o tema “Família”,  concurso não tem muitas restrições e é de fácil participação

10 de outubro de 2017 – Fotografia 

A Aliança Francesa vai premiar três fotógrafos no concurso Prix Photo Web 2017. O tema é “Família (s)”. As inscrições vão até 15 de outubro.

Para se candidatar, é só enviar um projeto de dez fotos sobre o tema e preencher um cadastro no site da competição.

Podem participar brasileiros ou franceses maiores de 18 anos que residam em território nacional.

O primeiro lugar vai ganhar uma viagem com direito a acompanhante para Paris no valor de R$ 7 mil. O segundo colocado vai ganhar a câmera T6i da Canon.

Também vai haver um vencedor escolhido por júri popular. O prêmio é uma bolsa de estudos de seis meses em curso da Aliança Francesa.

Para se inscrever, clique aqui. Mais informações no regulamento do concurso.

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Inscrições abertas para bolsa de Fotojornalismo

Selecionados podem escolher que país querem fotografar; valor da bolsa para cobrir os gastos é de até 5 mil dólares. Inscrições vão até 30 de setembro

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Foto de uma das vencedora da edição de 2016 do concurso trata da crise dos refugiados na Europa. Autoria de Andrea Batarse.

23 de agosto de 2017 – Fotografia 

O Student Media Grants Program  vai selecionar estudantes que queiram desenvolver projetos fotográficos em nações frágeis ou afetadas por conflitos. Podem participar alunos de graduação e pós-graduação. As inscrições vão até 30 de setembro.

Interessados devem enviar proposta com informações como país escolhido, tema, atividades a serem realizadas e orçamento para o e-mail condevcenter@condevcenter.org . O programa vai cobrir custos de até 5 mil dólares.

Para saber mais informações sobre o modelo de projeto a ser enviado, acesse aqui ( em inglês).

Student Media Grants Program é organizado pelo Centro de Conflitos e Desenvolvimento da Universidade Texas A & M, o ConDev.